Achei que uma nova modalidade de tatuagens merecia destaque. Dessa vez, nada de muito doloroso. Aliás, eles até prometem uma tatuagem sem dor.
Pesquisadores dos Estados Unidos, da China, da Coreia e de Singapura desenvolveram folhas flexíveis superfinas de lâmpadas de led e fotodetectores que podem ser implantadas debaixo da pele. O objetivo deles é fazer monitoramento da saúde – em diagnósticos, por exemplo –, ativar medicamentos fotossensíveis e outras aplicações biomédicas.
O dispositivo consiste num circuito de lâmpadas de led que, primeiramente, é impresso num rígido substrato de vidro e, depois, transferido para um polímero biocompatível mais barato. O substrato final é flexível o bastante para que os circuitos possam funcionar mesmo se torcidos ou esticados até mais de 75% do tamanho original. Ainda que os leds pesquisados sejam extremamente sensíveis a água ou a oxigênio, são envoltos em camadas de silicone que os tornam à prova d’água e permitem que funcionem bem quando implantados ou completamente imersos em fluidos biológicos.
Os pesquisadores já testaram os leds de forma bem-sucedida por meio da implantação do dispositivo numa luva de borracha mergulhada em água com sabão, além de implantar o aparelho debaixo da pele de uma cobaia animal, e testes humanos são o próximo passo. Apesar dos fins medicinais, há outros querendo aproveitar as vantagens que um dispositivo assim poderia gerar. A tatoo de led foi uma das mais criativas sugestões.
Mas eles não são os únicos que já estão pensando nisso. A Philips, no departamento de Design Probes, ou seja, estudos de design, já rascunha a ideia de uma tatuagem eletrônica. Os caras até fizeram um vídeo bem estimulante para que quem curte mostrar a identidade por meio da pele fique instigado.
Se isso tudo ainda parece um tanto distante, dá para improvisar o efeito luminoso com a tatuagem de luz fluorescente. O detalhe é que ela só pode ser vista sob a incidência de luz negra. Ou seja, a sua tatuagem superirada vai ficar escondida em dias normais e só vai ser vista em dia de balada.
Bar Rafeli e Giovanna Ewbank usam o biquíni da marca americana Kiini. Um biquíni de lycra e crochê com detalhes em neon virou o queridinho de famosas como Giovanna Ewbank e Bar Refaeli. Bastaram a atriz e a top postarem fotos no Instagram em que apareciam usando as peças para todo mundo querer saber onde comprá-las. Os originais são assinados pela estilista turca radicada em Nova York Ipek Irgit, da marca Kiini, e não saem por menos de US$ 275 (cerca de R$ 700) o conjunto. Não há revendedora no Brasil, mas algumas marcas brasileiras, de olho no sucesso, se inspiraram e já vendem modelitos que são praticamente réplicas. Menina do Mar sai por volta de R$ 159,00 Maui sai por volta de R$ 220,00 La Brisa ... Não consegui saber o preço até o momento! Inspirações: Camila Queiroz usou o modelo na novela Verdades Secretas Fotos: Reprodução
Exposição da Chanel - The Little Black Jacket , reuniu personalidades do mundo da moda onde todas usavam o "pequeno casaco Chanel" preto – talvez a peça mais tradicional da maison francesa. A exposição contém 133 fotos todas elas feitas por Karl Lagerfel, reunidas e compiladas num livro. Super queria ver a exposição ... E vocês, meninas????
Todos vestidos, todos pretos, todos de couro. E ai vocês acham que esses pretinhos podem ser considerados básicos????? E ai gostaram? Usariam esses pretinhos básicos????
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